A equipe de rádio patrulhamento da Polícia Militar, durante a "OPERAÇÃO SHAMAR", foi acionada via COPOM(190) por volta das 19:03hrs desta segunda-feira(25), para atendimento de violência doméstica no bairro Jardim Millenium em Pirassununga/SP.
Chegando no local, a vítima, uma mulher com iniciais S.A.G, relatou que seu amasio, havia ingerido bebida alcoólica durante todo dia e, por volta das 18h30min, sem motivo aparente, passou a agredi-la com socos no rosto e na cabeça. A vítima ainda informou, que ele a ameaçou de morte utilizando uma faca e também uma arma de fogo, motivo pelo qual acionou a polícia militar.
Diante das informações, a equipe policial adentrou a residência e localizou o homem em seu quarto. Foi realizada revista pessoal, não sendo encontrado nada de ilícito. Questionado sobre as agressões e ameaça, permaneceu em silêncio.
Considerando os relatos da vítima e as circunstâncias, foi dada voz de prisão em flagrante a ele pelos crimes de lesão corporal / ameaça (lei maria da penha). Foram lidos seus direitos constitucionais, não sendo necessário o uso de algemas. Durante a averiguação no quintal da residência, foi localizado ao lado do tanque de lavar roupas, um simulacro de arma de fogo, objeto reconhecido pela vítima como sendo o mesmo utilizado pelo autor para ameaça-la.
As partes foram encaminhadas a Santa Casa de Pirassununga, onde foram realizados exames de corpo de delito. A vítima apresentou escoriações no antebraço, vermelhidão no pescoço e no peitoral. O autor não apresentava lesões aparente. Posteriormente, ambos foram conduzidas ao plantão policial, onde o plantonista Rodrigo Cipriano comunicou os fatos a delegada Dra. Tatiane Cristina Parizotto, que ratificou a voz de prisão, e elaborou boletim de ocorrência civil e auto de exibição e apreensão referente ao simulacro de arma de fogo.
As partes foram ouvidas, e o homem permaneceu a disposição da justiça.
Vale ressaltar que conforme a vigência e as determinações/ orientações constantes na "OPERAÇÃO SHAMAR", a vítima foi devidamente orientada quanto as ferramentas de proteção a mulheres vítimas de violência doméstica, não solicitando a visita e contato por parte da PMSP, durante a elaboração de boletim de ocorrência.
